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Aumento do ICMS para a venda interestadual do boi em pé prejudica o produtor

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 Fonte: Jornal O Estado

O aumento do ICMS para a venda interestadual do boi em pé prejudicaria produtores que não dispõem de frigoríficos próximo da produção. Por essa razão, a sugestão é vista com cautela pela Secretaria  de Estado de Fazenda (Sefaz). Para o secretário-adjunto da Sefaz, Fábio Pimenta, é necessário um estudo aprofundado sobre o tema.

“Com o boi em pé a tributação fica em 7% na interestadual, mas o Estado é grande. Tem locais que não tem frigorífico próximo e inviabilizaria a produção, se não der condição do boi sair para outros estados”, afirma Fábio.

Um exemplo seria a cidade de Rondolândia (1.147 km de Cuiabá), no noroeste de Mato Grosso. Na região não existe frigorífico perto e o produtor tem que enviar o gado para o estado vizinho, Rondônia. “Não tem frigorífico em Mato Grosso com condição logística para atender aos produtores de Rondolândia. O Estado tem que olhar para todos os setores. Tem que compatibilizar o crescimento da indústria e olhar todas as regiões”, defende o secretário.

Apesar da ressalva, o secretário-adjunto não descarta uma análise técnica e reconhece que um imposto para operações interestaduais para o boi em pé não pode ser baixo a ponto de aumentar a capacidade ociosa nos frigoríficos do Estado. “Um estudo econômico tem que ser feiro periodicamente para ver se pode fazer movimentação da alíquota, até porque o mercado varia muito. É uma questão a se estudar”, pondera.

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